sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Fantasmas

As noites em que me vejo pensando em você
Só me rendem uma manhã de ressaca
Que me faz rolar na cama até levantar sem forças
Sem forças de viver, de sonhar ou de deixar as coisas acontecerem
Me restituo "sabe-lá-Deus-como"e saio andando de cabeça erguida... e tropeçando
Pêndula, mas mantendo as aparências
Enquanto nossas memórias gritam
Como fantasmas aprisionados
Que eu tranco no fundo da minh'alma
Pois perdi as chaves, o controle e o senso de tudo o que há em mim
Desde que você se foi
E deixou grande parte de si

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