Aquela abstrata que eu uso quando preciso me proteger do mundo
Alguém deixou-nas cair no chão, ouví-as tilintar no azulejo
De repente me vi só... e desprotegida
Os fantasmas que eu espantava se reuniram de uma só vez
E passaram a sugar minh'alma devagar
Me deixaram fraca e inoperante
Me amordaçaram como antes tentaram e não conseguiam
Só me restava sussurar por entre lágrimas
Vida, me renuncie!
E esperar que isso magicamente acontecesse nesse cativeiro de confusões...
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