Meus olhos encharcados inundam meu caminho
Estou afundando na minha própria solidão
Presa na armadilha de falsa felicidade que eu mesma criei
E eu vivo de desenganos
Me alimento dos meus sorrisos amarelos e da pouca atenção que me dão
Me arrasto em marcha fúnebre pra isso que chamam de vida
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